5 Soluções que podem salvar uma relação!

Como salvar uma relação que está por um fio? Certamente não é fácil, mas é possível. Saiba aquilo que deve, e o que não deve fazer e salve a sua relação.

5 Soluções que podem salvar uma relação!
A desigualdade e os jogos de poder não fazem relações saudáveis.

No início da relação não conseguiam viver um sem o outro e ficavam horas ao telefone pela noite dentro? O tempo foi passando e as borboletas na barriga começaram a esmorecer? Ainda nutre sentimentos românticos pela sua cara-metade mas sente que não tal não é recíproco? Talvez esteja na altura de dar uma nova vida a essa relação. Conheça estas 5 possíveis soluções que podem ajudar a salvar uma relação.

É possível salvar uma relação?


salvar uma relacao

Por vezes sim, por vezes não. De facto, recuperar uma relação nem sempre é possível, sobretudo quando estamos perante relações abusivas, relações em que um dos elementos do casal exerce mais poder sobre o outro ou quando um dos parceiros não é honesto. Muitas vezes, estas relações apenas trazem desgosto e infelicidade e estão, frequentemente, condenadas ao fracasso.

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É natural que se sinta triste e ansioso face ao estado atual da sua relação amorosa, mas tal não justifica que recorra a técnicas de manipulação ou a jogos de poder para recuperar a saúde do seu relacionamento. Certamente, aquilo que deseja é amar e ser amado, sentir e receber admiração e respeito. São essas as melhores armas para salvar uma relação.

5 soluções que podem salvar uma relação


casal surpresa

Como reconquistar a relação feliz que tinha anteriormente? Como restaurar os sentimentos? Estas 5 soluções podem ajudar a salvar uma relação:

1. Não viva obcecado com a salvação da relação

Pode parecer contraditório, afinal de contas ainda acredita no sucesso da relação e quer voltar a ser feliz, mas tente não estar demasiado ansioso nem force demasiado o tempo a dois. Não apresse tudo, não torne a salvação da relação a sua única prioridade nem espere que esta seja a única paixão da sua vida. Dê à sua cara-metade o espaço de que precisa e dedique tempo a outros passatempos que lhe tragam bem-estar.

2. Deixe os jogos de poder de lado

Ignorar propositadamente a cara-metade ou agir intencionalmente de forma fria e distante podem garantir-lhe maior atenção momentaneamente, mas não terá um efeito duradouro na relação. Se é rude e desatento para com a pessoa que ama de forma frequente, o mais provável é que essa pessoa acabe por perder o interesse que tem em si.

3. Respeite os desejos da pessoa que ama

Naturalmente, há vontade e desejos que não devem ou não podem ser satisfeitos, mas não desrespeite os interesses da pessoa que ama, mesmo que não deseje o mesmo. O respeito é uma das chaves para uma relação a dois bem-sucedida e, quando perdido, dificilmente pode ser recuperado.

Não se concentre nos aspetos negativos da relação e da pessoa amada. Foque-se e discuta com o seu parceiro os aspetos positivos. Seja generoso, carinhoso e elogie a sua cara-metade.

4. Defina limites

Definam claramente quais os vossos limites e quais os comportamentos que consideram, ou não, aceitáveis. Dialoguem de forma serena e sensata sobre os limites e as expectativas que cada um de vocês tem para a relação a dois.

5. Resolvam, de uma vez por todas, as mágoas passadas

Se existem mágoas passadas que não permitem que a relação avance de forma feliz, conversem abertamente sobre essas mágoas, exponham os pedidos de desculpa que julguem pertinentes e discutam se o grau de confiança e respeito existente permite que a relação a dois avance e prospere.

Em suma…


Procurar soluções para salvar uma relação amorosa não deve ser sinónimo de que um dos elementos do casal se contenta em ter como parceiro alguém que precisa de ser persuadido para cuidar da relação ou para desfrutar de tempo a dois.

No entanto, quando o casal está disposto a trabalhar em conjunto de forma a reacender a faísca da relação, devem priorizar o amor, o diálogo, a compreensão mútua, a boa vontade, a bondade e o respeito.

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Psicóloga Ana Graça Psicóloga Ana Graça

Mestre em Psicologia, pela Universidade do Minho, com a dissertação “A experiência de cuidar, estratégias de coping e autorrelato de saúde”. Especialização (Pós-Graduada) em Neuropsicologia Clínica, Intervenção Neuropsicológica e Neuropsicologia Geriátrica. Membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses, com especialidade em Psicologia Clínica e da Saúde e Neuropsicologia. Para além da Psicologia é apaixonada por viagens, leitura, boa música, caminhadas ao ar livre e tudo o que proporcione felicidade!