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As 11 principais causas de falta de ar: saiba como agir

A falta de ar é um sintoma que surge como um sinal de alerta para determinados problemas de saúde. Conheça as principais causas de falta de ar e como agir nessa situação.

 
As 11 principais causas de falta de ar: saiba como agir
Pode ser um indício de algo mais grave ou um aviso para alterar o seu estilo de vida.

A falta de ar, ou dispneia, não é uma doença, mas sim um sintoma de uma doença. Pode ser um sinal de alerta para alguma patologia ou pode ser reflexo de um determinado estado físico.

Carateriza-se pelo desconforto e dificuldade em respirar e indica-nos que o ar, rico em oxigénio, não está a chegar da forma correta aos pulmões.

Sinais de alerta, tais como falta de ar durante o sono, períodos de confusão e agitação, uma sensação desconfortável na zona torácica bem como no coração, palpitações cardíacas ou suores noturnos devem ser reportados o quanto antes ao seu médico.

Quais são as principais causas da falta de ar?


Normalmente, quando uma dispneia ocorre é porque a quantidade de oxigénio que está a chegar aos pulmões não é a ideal, e nestes casos, o organismo reage. Pode ser por se encontrar em locais a grandes altitudes e as quantidades de oxigénio serem menores, algo estar a obstruir as vias aéreas ou problemas de saúde.

São imensos os problemas que podem ser causa de falta de ar, contudo, os problemas cardíacos e pulmonares apresentam uma percentagem mais significativa quando se fala deste assunto. De salientar que a falta de ar pode ser um indício de um problema mais grave e pode também trazer um agravamento de certas doenças.

As causas mais comuns são:

1. Stress e ansiedade

falta de ar mulher com ansiedade

As causas emocionais têm uma grande responsabilidade em casos como este, uma vez que síndromes de pânico, crises de ansiedade ou níveis enormes de stress podem trazer dificuldade em respirar.

2. Excesso de atividade física

falta de ar exercicio fisico intenso

As pessoas que iniciam intensamente atividade física não tendo uma boa preparação física ou não estão habituadas, acabam por ter dificuldades respiratórias aquando da realização desta atividade física.

3. Gravidez

falta de ar gravida

Após as 26 semanas de gravidez, é comum as mulheres sentirem falta de ar, uma vez que o crescimento da barriga acaba por comprimir o diafragma.

4. Asma

falta de ar asma

Em casos deste, a dispneia pode começar de imediata e agravar-se com a presença de tosse e expetoração.

5. Pneumonia

falta de ar pneumonia

Na pneumonia, ao contrário de doentes asmáticos, a falta de ar ocorre de forma gradual e vai piorando com o tempo.

6. Doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC)

falta de ar doenca pulmonar obstrutiva cronica

Tal como a pneumonia, a DPOC acontece de forma lenta e vai piorando com o passar dos dias, sendo mais intensa quando na presença de expetoração na tosse.

7. Enfarte do miocárdio

falta de ar enfarte do miocardio

No enfarte do miocárdio ou outros problemas cardíacos a falta de ar acaba por ser notória em pessoas que sofrem deste problema, em pequenas situações do dia-a-dia tais como levantar da cama ou subir um lanço de escadas, sendo relatado como uma sensação de sufoco e de urgência em respirar.

8. Bronquite aguda

falta de ar bronquite

Na presença de uma infeção nos brônquios, estes acabam por não permitir a passagem do ar da melhor forma, podendo por isso criar dificuldades respiratórias, com episódios de falta de ar.

9. Embolia pulmonar

falta de ar embolia pulmonar

Em casos mais especiais de doentes que passaram por uma cirurgia recentemente e ficaram em repouso durante algum tempo, ou em mulheres que tomam a pílula, a falta de ar é repentina.

10. Obesidade

falta de ar obesidade

Muitas vezes, durante a noite, pessoas com excesso de peso ficam com falta de ar quando estão deitados, a dormir ou a realizar qualquer tipo de atividade física, uma vez que o peso corporal acaba por diminuir a eficiência pulmonar.

11. Reação alérgica

falta de ar alergia ao polen

Em pessoas que são alérgicas seja a um medicamento, animais, um alimento ou mesmo ao pólen, a falta de ar pode ser um sintoma muito importante e urgente.

O que deve fazer em caso de falta de ar?


falta de ar respirar fundo

Respirar fundo e manter a calma. O passo mais importante numa situação destas é manter a calma.

Quando há uma dificuldade em respirar, há também tendência para criar crises de nervosismo e perda do controlo da respiração e é isto que não pode acontecer. Comece por se sentar confortavelmente e fechar os olhos, de forma a estar 100% focado na respiração, na entrada e saída do ar dos pulmões para conseguir voltar a ter uma respiração regular.

Caso estas faltas de ar sejam recorrentes mas controladas, podem também utilizar bombinhas de oxigénio, típicas em casos de asma, que ajudam a retomar o seu ritmo respiratório normal. Nebulizações com vapor de eucalipto também podem ajudar a desobstruir as vias aéreas, permitindo uma respiração melhor.

No entanto, deve visitar um médico para perceber quais as causas desta falta de ar e tentar prevenir episódios futuros, bem como perceber se se tratou de um episódio pontual ou se está na presença de um sintoma de qualquer outra doença.

Como podemos prevenir a falta de ar?


falta de ar exercicio fisico regular

Como a falta de ar não é uma doença, não há cura ou um tratamento eficaz. No entanto, há um conjunto de recomendações que ajudam a prevenir a falta de ar.

Procure segui-las no seu quotidiano:

  1. Combater os fatores de risco (tabagismo, obesidade e sedentarismo);
  2. Em caso de ser asmático, evitar os alergénios que podem provocar uma crise;
  3. Em caso de ser doente, fazer sempre a medicação prescrita pelo médico, mesmo que se sinta bem;
  4. Realizar exercício físico de forma a torna-se uma pessoa ativa e saudável;
  5. Utilizar e treinar técnicas de respiração;
  6. Evitar viver uma vida stressante;
  7. Ter sempre à mão uma bombinha de oxigénio, caso seja frequente sofrer deste problema.

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Farmacêutica Rita Teixeira Farmacêutica Rita Teixeira

Licenciada em Estudos Básicos de Ciências Farmacêuticas pela Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto e a terminar o mestrado em Ciências Farmacêuticas na mesma Universidade. É apaixonada pela escrita, por viagens e pela organização de eventos de saúde.

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