Mónica Carvalho
Mónica Carvalho
22 Fev, 2018 - 14:45

5 Dicas para ser uma Mãe Guerreira mais tranquila no dia-a-dia

Mónica Carvalho

Há dias em que não se sente uma mãe guerreira, mas acredite que o é. Continua a não acreditar? Temos 5 dicas para lhe mostrar que está no caminho certo.

5 Dicas para ser uma Mãe Guerreira mais tranquila no dia-a-dia

Há quem diga que ninguém é perfeito, mas, na verdade, as mães estão bem perto disso. E se não acredita na mãe guerreira que é, temos 5 situações para partilhar consigo que mostram que todas as mães têm momentos em que duvidam de si próprias e das suas capacidades e isso não lhes tira nenhum mérito. Só lhes confere uma característica que às vezes se esquece de ser: humana.

O que dar de comer aos filhos, quais as atividades extracurriculares mais apropriadas, como reagir com as birras em público, qual o jardim de infância e escolas que deve escolher, se agasalhou demais a criança, ou vestiu roupa a menos… Dúvidas legítimas que qualquer mãe guerreira se coloca, procurando saber se está a fazer o correto. E sim, está! Não acredita?

Ser mãe guerreira: a profissão mais difícil do mundo

mae guerreira e filho

“Cada cabeça, sua sentença” lá diz o ditado e bem, principalmente no que à maternidade diz respeito. De repente, todas as pessoas parecem possuir um doutoramento sobre o assunto e deterem as respostas e comportamentos perfeitos para todas as ocasiões.

Se duvida que é realmente uma boa mãe, partilhamos consigo 5 situações que vão fazê-la sentir-se melhor consigo própria enquanto mãe, mulher e pessoa.

1. Não faça comparações

Há sempre algo que diga ou faça que pode ser alvo de crítica e sentir-se-á julgada frequentemente. Porém isso não coloca em causa a sua capacidade de ser uma boa mãe, apenas ressalva o facto de que as pessoas têm opiniões diferentes sobre a mesma questão.

Algumas mães, principalmente as de primeira viagem, questionam-se sobre se estarão realmente preparadas para esta fase e para poder cuidar de um ser humano que delas depende totalmente. É normal que assim pense: a vida muda por completo e por muitos livros que leia e muitos conselhos que receba, ninguém tem a fórmula correta para ser uma mãe perfeita. É importante que saiba que fez o melhor que soube e pôde, mediante as ferramentas e conhecimentos que tinham disponíveis.

As mães não têm que entrar em competição para ver quem é a melhor, pois as crianças não são todas iguais – e será que seria mesmo mais fácil se assim fosse?

2. Ouça os especialistas mas tome a sua decisão

Com todas as informações disponíveis atualmente, há quem pense que os pais estão mais bem preparados do que nunca para assumir este papel. E até pode ser assim, mas a parentalidade não é uma fórmula matemática em que cada problema tem uma única resposta certa.

Munir-se de informações pode ser útil e é algo recomendável, todavia, excessivos conselhos de especialistas podem levá-la à armadilha de acreditar que há apenas uma maneira correta de fazer as coisas e que, se não agir em consonância não está a ser uma boa mãe e a culpa é sua – seja lá do que for.

Na vida real, as mães ficam stressadas, perdem a paciência, às vezes gritam e outras vezes ignoram. E o que os especialistas muitas vezes não dizem é que as crianças são resistentes, confrontativas e reagem das maneiras mais imagináveis.

3. Não ignore a sua intuição

Em determinadas situações, a intuição de mãe vale mesmo mais do que todos os conselhos do mundo juntos e todos os exemplos anteriores que alguém referencie. Nada disso ultrapassa a ligação física e emocional entre uma criança e a sua mãe e só ela, em determinados momentos, e mesmo lutando contra correntes e marés, poderá ter a solução mais indicada para determinado problema.

4. Cale as vozes críticas

Claro que tudo o que ouve irá mexer consigo, mas o importante é que não se deixe assoberbar por essas palavras. Agradeça o conselho, que até poder útil, mas não se deixe dominar por ele.

E isso inclui mesmo o maior crítico de qualquer pessoa: o seu eu interior. Pois é, ao invés de ser a sua própria inimiga, faça uma pausa, respire fundo e leia novamente o terceiro conselho: siga a sua intuição.

5. Assuma as suas decisões

Fazer o que acredita, ser melhor para os seus filhos e família faz de si uma boa mãe, uma mãe guerreira, e não importa se isso encaixa ou não nos padrões de outra pessoa.

Sempre haverá decisões imperfeitas, mas o importante é simplificar e estar à vontade com determinada tomada de posição. Há algo de libertador em sentir-se confortável no seu papel, mesmo com todo o malabarismo do dia-a-dia.

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