O amor não é tudo: o que falta na sua relação para esta resulte?

Às vezes sentimos que vivemos rodeados de apatia, desamor, stress e depressão. Mas de repente a paixão e um grande amor tomam conta de nós e acreditamos que será para a vida toda. Infelizmente, poucas vezes assim acontece. Mas então, se a paixão é tanta porque é que a relação não resulta? Porque o amor não é tudo! Veja.

O amor não é tudo: o que falta na sua relação para esta resulte?
Não há felicidade sem amor!

Uma das maiores lições que aprendemos sobre os relacionamentos felizes e duradouros é que o amor não é tudo e que o compromisso exige esforço e prática diária.

Há a crença errada de que basta haver amor e paixão para uma relação funcionar na perfeição, mas tal não é verdade. De facto, o amor não é tudo, tal como em tudo na vida. Não basta gostarmos muito de um desporto para o praticarmos bem. Temos que treinar regularmente para termos sucesso. Para ser feliz em casal a exigência é a mesma, alguma aprendizagem, aquisição de ferramentas e prática diária.

O amor não é tudo: o que falta na sua relação para esta resulte?


o amor não e tudo

Apaixonamo-nos e acreditamos que esse amor será para a vida toda, mas geralmente não é bem assim. As investigações mostram taxas de divórcio elevadas e baixas probabilidades de manter relações amorosas por 20 ou mais anos. Mas então se o amor não é tudo, o que é que falta? Quais são as características que predizem uma relação feliz e saudável?

1. Evitar o stress e saber lidar com os eventos mais stressantes

Não é surpreendente que grande parte dos estudos associem elevados níveis de stress com uma menor satisfação no relacionamento a dois e maior número de comportamentos negativos dirigidos ao parceiro.

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Os casais que têm menos oportunidades de desfrutar de atividades relaxantes e prazerosas apresentam maiores taxas de divórcio, maior insatisfação conjugal, maiores necessidades de afeto e mais problemas de saúde mental.

As investigações apontam ainda que, receber um forte apoio emocional por parte do cônjuge ajuda a enfrentar de forma mais positivas os acontecimento indutores de stress.

2. Pequenos gestos fazem a diferença

Não serve de nada sentir amor se não o demonstrar ao seu parceiro. Os estudos mostram que nas relações mais felizes e duradouras os casais trocam entre si pequenos gestos de apoio, carinho e apreço, o que os faz sentirem-se especiais. Não são precisos grandes e dispendiosos gestos de amor. Às vezes uma massagem após um longo dia de trabalho ou um elogio inesperado são suficientes.

3. Boa capacidade de resolução de conflitos

Há dados que mostram que 69% dos conflitos conjugais nunca são resolvidos. Ora, tal não acontece nas relações felizes e saudáveis. Os casais que têm relações estáveis e prazerosas são mais gentis e atenciosos entre si, mesmo no contexto de uma discussão.

Os casais cujos padrões de comunicação são destrutivos, baseados em sentimentos de pessimismo e de ira, têm uma maior probabilidade de terminar a relação amorosa ao fim de algum tempo.

4. Não basta perguntar como correu o dia

Uma conversa agradável e cordial não é suficiente. A maioria dos casais deixa-se envolver pela correria do dia-a-dia e conversa apenas sobre as responsabilidades do emprego, da educação dos filhos, da divisão de tarefas em casa e das dificuldades económicas. Os casais felizes conversam sobre tudo isso mas também partilham sonhos, esperanças, medos e dedicam tempo para se conhecerem profundamente um ao outro.

5. Fugir da rotina e do tédio

Poucas coisas são tão prejudiciais para uma relação do que o tédio. Casais felizes e estáveis mantêm na relação a novidade, a variedade e a surpresa. Experimentam novas e excitantes atividades em conjunto, usam e abusam do humor, riem em conjunto, saem para dançar ou para fazer qualquer outra atividade que ajude a fugir do tédio e do aborrecimento.

Em suma…


O principal segredo para manter o amor é namorar todos os dias. Não podemos relegar o amor para segundo plano porque a infelicidade, o tédio e a solidão vão chegando de forma gradual e quando dermos conta já não sabemos onde está o amor. Namorem muito!

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Psicóloga Ana Graça Psicóloga Ana Graça

Mestre em Psicologia, pela Universidade do Minho, com a dissertação “A experiência de cuidar, estratégias de coping e autorrelato de saúde”. Especialização (Pós-Graduada) em Neuropsicologia Clínica, Intervenção Neuropsicológica e Neuropsicologia Geriátrica. Membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses, com especialidade em Psicologia Clínica e da Saúde e Neuropsicologia. Para além da Psicologia é apaixonada por viagens, leitura, boa música, caminhadas ao ar livre e tudo o que proporcione felicidade!