Importa-se com o que os outros dizem de si? 11 Sinais que dizem que sim!

Tentamos sempre mostrar que somos seguros e não valorizamos a opinião dos outros. Mas será assim? Importa-se com o que os outros dizem de si? Venha descobrir!

Importa-se com o que os outros dizem de si? 11 Sinais que dizem que sim!
Não se avalie tendo por base os padrões de outras pessoas!

A forma como as pessoas se sentem em relação a si mesmas é formada durante o crescimento pela maneira como os seus pais, ou outros familiares próximos, as viam e pela forma como as tratavam durante esse período. O que aprendemos durante esses anos de crescimento tem um grande efeito no resto da vida.

Idealmente, aqueles que crescem com uma boa opinião sobre si mesmos, tornam-se mais resistentes à opinião dos outros. Quando somos autoconfiantes, mais facilmente ignoramos as críticas dos outros. Mas entre o ideal e o real vai uma longa distância. Será que nos conseguimos abstrair da opinião dos outros? E no seu caso em concreto, importa-se com o que os outros dizem de si?

Importa-se com o que os outros dizem de si? 11 Sinais que dizem que sim!


o que os outros dizem de si

1 – Tenta a agradar a toda a gente: sente necessidade de deixar toda a gente feliz à sua volta, mesmo que isso implique alguns sacrifícios da sua parte.

2 – Coloca as necessidades dos outros sempre em primeiro lugar: é mais do que altruísmo. Negligencia as suas necessidades, para valorizar as dos outros.

3 – Mente às outras pessoas: mente ou esconde informações devido ao receio de receber uma opinião negativa.

4 – Tem muita dificuldade em dizer não: tem receio de negar algo às outras pessoas, defraudando as expectativas que têm sobre si, passando a criticá-lo.

5 – Pensa várias vezes na mesma conversa: recorda as conversas na sua mente para refletir sobre o que deveria ter dito de forma diferente e sobre o que a outra pessoa pode ter ficado a pensar sobre si.

6 – Desvaloriza-se constantemente: acredita que vai fraquejar diante dos outros e evita aquilo em que se julga menos capaz.

7 – Adapta-se a qualquer conversa ou situação: é o verdadeiro camaleão social. Para que todos gostem de si, adapta-se a todas as pessoas e às suas opiniões. Esforça-se por dizer a frase certa em cada situação.

8 – Avalia-se através da opinião dos outros: está constantemente a imaginar o que é o que os outros vão pensar ou dizer sobre as suas ações e opiniões.

9 – Sente-se arrasado pelas opiniões dos outros: fica facilmente entristecido e frustrados perante opiniões menos positivas, independentemente de quem as profere.

10 – Nunca revela todo o seu valor: o medo de se expor e receber críticas negativas é tanto, que nunca chega a mostrar-se tal como é. Esconde as coisas que o entusiasmam, por receio que as outras pessoas desaprovem.

11 – Evita o confronto a todo o custo: mesmo nas situações que lhe tragam prejuízo ou dano, evita abordar os assuntos de forma frontal, com receio do conflito.

Aprenda a relativizar o que os outros dizem de si


mulher a ouvir opinioes

Quando algumas pessoas pensam mal de si, mesmo que não sejam pessoas que admira, é difícil não se sentir abalado e triste. Mas, de forma geral, não deve valorizar assim tanto o que os outros dizem de si.

As opiniões, críticas e sugestões que mais devemos valorizar são aquelas que partem daqueles que amamos e que nos querem bem: o nosso cônjuge, os nossos filhos, os nossos pais. Não sendo tão valorizável quando a opinião da família chegada, também devemos valorizar a opinião dos amigos íntimos e dos nossos superiores hierárquicos no trabalho. A opinião de colegas, conhecidos e vizinhos deve ser muito mais relativizada.

Temos o direito de dizer aquilo que pensamos sem estarmos constantemente preocupados com a impressão que estamos a causar nos outros. Também não adianta que tentemos apresentar-nos ao mundo como alguém que não tem falhas, já que a perfeição não existe.

Todos desejamos ser imunes a críticas, mas temos que aceitar que tal nem sempre é possível. Não importa quão bom seja, haverá sempre alguém que o desaprove e julgue. Cabe a si proteger-se e aprender a desvalorizar as críticas destrutivas!

Veja também:

Psicóloga Ana Graça Psicóloga Ana Graça

Mestre em Psicologia, pela Universidade do Minho, com a dissertação “A experiência de cuidar, estratégias de coping e autorrelato de saúde”. Especialização (Pós-Graduada) em Neuropsicologia Clínica, Intervenção Neuropsicológica e Neuropsicologia Geriátrica. Membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses, com especialidade em Psicologia Clínica e da Saúde e Neuropsicologia. Para além da Psicologia é apaixonada por viagens, leitura, boa música, caminhadas ao ar livre e tudo o que proporcione felicidade!