O que vestir numa entrevista de emprego?

O que vestir numa entrevista de emprego?

Saber o que vestir numa entrevista de emprego não tem de ser um quebra-cabeças!

Saber o que vestir numa entrevista de emprego não é necessariamente uma ciência. Confira estas dicas e saiba como ter um look mais profissional e apropriado!

Uma entrevista de emprego é um momento importante no percurso profissional de qualquer pessoa. Por isso mesmo, quanto mais bem preparados estivermos melhores serão as nossas chances de agarrarmos o cargo.

E a preparação diz respeito não só aos conhecimentos e competências profissionais, mas também à nossa imagem. Para quem pensa que estamos a falar de futilidades, desenganem-se.

Diversos estudos revelam que temos apenas alguns segundos para causar uma boa primeira impressão e que o impacto da comunicação não verbal – que engloba a nossa aparência, vestuário, tom de voz, linguagem corporal e adequação das palavras utilizadas – é superior a 60 por cento.
 

O que vestir numa entrevista de emprego?


Devemos ter consciência de que o que vestimos projeta uma imagem muito específica e que o entrevistador vai descodificar. O coordenado escolhido deve ser discreto, confortável e ser uma fonte de confiança e, não esquecer, estar alinhado com o posicionamento da empresa.
 
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Uma pesquisa feita de antemão responderá rapidamente a esta dúvida pertinente: será uma empresa mais informal ou o ambiente é mais conservador?

Caso não seja possível aceder a estes aspetos antecipadamente, o mais adequado é usar a discrição e o bom senso, optando por um conjunto formal e pouco arriscado.


Os cortes mais clássicos, as linhas retas e os tecidos estruturados, a par dos padrões pequenos e subtis e uma paleta de cores neutras, como azul-marinho, preto, castanho, bege, vinho e verde-musgo, são a escolha ideal e mais segura, em contraponto com cores vivas, estampados chamativos ou peças muito arrojadas, demasiado femininas ou com detalhes infantis.
 

Uma das opções é sempre o clássico fato (blazer e calças ou saia), mas para quem não está habituado a usá-lo pode parecer demasiado artificial. Nestes casos, pode recorrer-se a um vestido tubo, a direito e que favorece a maioria dos corpos, em tom neutra, e conjugá-lo com um blazer ou um cardigan de malha fina acessorizado com um cinto estreito a marcar a linha de cintura.
 
As saias devem ser pelo joelho ou ligeiramente acima e o modelo deve ser escolhido em função do biótipo de cada uma. Ancas mais largas ficam mais favorecidas com uma saia evasé ou a direito, em detrimento de uma saia lápis que favorece, por sua vez, o corpo ampulheta. As partes de cima podem variar entre uma camisa de tecido fino ou um top elegante, desde que não seja demasiado festivo, com brilhos e aplicações. A roupa interior deve ser “invisível”, ou seja, não ter costuras ou rendas que sobressaiam através da roupa.
 

Quanto ao calçado, é inegável que uns saltos, altos ou médios, conferem sempre maior elegância, mas quem não gosta ou não pode usar deve optar por umas sabrinas elegantes ou uns sapatos de modelo Oxford.

Os acessórios devem também eles ser discretos e elegantes, mas com permissão para acrescentar ao look um toque da nossa personalidade, seja através de um lenço distinto, uns brincos ou um colar. As malas devem ser de boa qualidade e estruturadas, de tamanho médio e tons neutros.
 
No que à aparência diz respeito, esta deve estar irrepreensível. A maquilhagem deve ser sóbria e neutra, respeitando os tons naturais (esqueçam o batom vermelho!) e as unhas devem estar arranjadas e limpas, pintadas ou não. Também o cabelo deve ter um aspeto cuidado e asseado, com um penteado simples mas elegante. Por favor, muita atenção às inestéticas raízes!
 

O que não usar?




Caso o vosso bom senso esteja um pouco baralhado, importa relembrar que numa entrevista de emprego não devemos usar transparências, brilhos, acetinados e peças excessivamente reveladoras (demasiado justas, curtas, decotadas ou apertadas) ou, pelo contrário, muito largas.

Peças demasiado usadas e gastas, sujas, amarrotadas ou com borbotos; cores muito vivas, mistura de demasiados padrões, logótipos muito visíveis ou detalhes infantis também são completamente desadequadas neste contexto.
 
O mesmo acontece aos calções, calças de ganga, leggings ou peças desportivas; maquilhagem carregada e perfume em excesso, a par de acessórios demasiado marcantes ou de má qualidade, ténis, mocassins, sapatos com franjas e tachas e saltos muito altos.

 
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Sofia Graça Sofia Graça

Sofia Graça é consultora de imagem com mais de uma década de experiência na área da comunicação empresarial. Responsável pelo projeto PLUM Image Consulting, é licenciada em Jornalismo e Ciências da Comunicação, tem uma Pós-Graduação em Comunicação Empresarial pela Porto Business School e uma formação em Consultoria de Imagem pela Blossom - Image Consulting School.