8 dicas para superar o fim de um relacionamento mais facilmente

Seja porque os casais vivem a velocidades diferentes, seja porque os interesses se tornam incompatíveis, superar o fim de um relacionamento é difícil.

8 dicas para superar o fim de um relacionamento mais facilmente
O fim de uma relação é quase sempre doloroso

Começar uma nova relação amorosa provoca sempre uma sensação de felicidade e bem-estar. Sentimos alegria, novidade e paixão, que acabam por encobrir todos os possíveis defeitos do outro. Por outro lado, quando a relação chega ao fim é hora de enfrentar o fracasso e assumir a nossa responsabilidade, mas há algumas dicas que podem ajudar a superar o fim de um relacionamento.

O fim de uma relação amorosa raramente é simples e indolor. São muitas as questões envolvidas e nem sempre ambas as partes envolvidas têm a certeza de que o fim da relação amorosa é a melhor decisão.

Assim, mesmo quando a relação já não era feliz e satisfatória superar o fim de um relacionamento pode ser um enorme desafio.

8 dicas para superar o fim de um relacionamento mais facilmente


superar o fim de um relacionamento mulher com amigos

O elemento do casal que termina a relação sofre porque carrega o peso da responsabilidade pela situação. O outro elemento sofre porque ainda gosta do outro ou porque não consegue aceitar e compreender o fim. Superar o fim de um relacionamento é habitualmente doloroso e é natural que surjam algumas questões sem resposta: Porquê eu? Onde será que errei?

De repente, a pessoa com quem habitualmente partilhávamos as nossas alegrias e tristezas não está mais presente e somos forçados a encarar e a aceitar o fim da relação amorosa. Infelizmente, isto nem sempre é assim tão simples quanto parece, mas há algumas dicas que podem ajudar a superar o fim de um relacionamento:

1. Não evitar o sofrimento

Não há forma de fugir à dor pelo que o melhor é enfrentá-la. Encobrir o sofrimento não faz com que este desapareça.

2. Não se martirizar

Não adianta atribuir culpas a nenhum dos elementos do casal. O melhor é mesmo aceitar que quando uma relação corre mal a culpa é sempre dos dois intervenientes. Se assumir que a culpa é somente sua vai ver a sua autoestima fragilizada. Não se martirize e faça por aprender com os erros.

3. Não ficar fechado em casa

Parece mais fácil ficar o dia todo de pijama e não sair de casa? Talvez, mas essa atitude não vai trazer nada de bom. Sair de casa, conviver, procurar ocupar-se e distrair-se são boas estratégias.

4. Aprender alguma coisa

É possível que no imediato seja difícil retirar algum ensinamento do fim da relação. Com o passar do tempo, é natural que seja possível aprender com o fim do relacionamento e que essa aprendizagem se traduza em melhores relações no futuro.

5. Manter a distância, dentro do possível

Forçar a manutenção da ligação ao ex-parceiro não traz nada de bom. Seguir as suas redes sociais ao minuto e entrar em contacto para procurar entender o porquê do fim, não vai amenizar o sofrimento.

6. Envolver-se em novas atividades

Deve sair de casa, ocupar-se e criar novas memórias. Deixe de lado a rotina antiga e procure novas e aliciantes atividades.

7. Manter-se saudável

Para superar emocionalmente o fim de um relacionamento é importante que fisicamente se sinta bem e não se negligencie. Durma bem, coma bem e pratique atividade física.

8. Aceitar que chegou a hora de dizer adeus

Como tudo na vida, também as relações amorosas podem terminar e há que aceitá-lo. Geralmente, um dos parceiros sente isso primeiro que o outro quando percebe que manter a relação acarreta mais sofrimento do que terminá-la. A verdade é que, se a relação amorosa terminou, o melhor é aceitá-lo o quanto antes.

Como conclusão…


Superar o fim de um relacionamento não é fácil e, geralmente, precisamos de algum tempo para superar a perda da pessoa amada e da relação idealizada. A dor da perda da relação em que investimos e da pessoa que idealizamos pode ser tremenda e pode durar mais que o desejável.

São muitas as implicações que envolvem o final de uma relação amorosa e as razões que levam ao fim podem ser muitas e variadas. O importante é que cada um de nós seja capaz de minimizar, dentro do possível, o sofrimento.

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Psicóloga Ana Graça Psicóloga Ana Graça

Mestre em Psicologia, pela Universidade do Minho, com a dissertação “A experiência de cuidar, estratégias de coping e autorrelato de saúde”. Especialização (Pós-Graduada) em Neuropsicologia Clínica, Intervenção Neuropsicológica e Neuropsicologia Geriátrica. Membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses, com especialidade em Psicologia Clínica e da Saúde e Neuropsicologia. Para além da Psicologia é apaixonada por viagens, leitura, boa música, caminhadas ao ar livre e tudo o que proporcione felicidade!