4 Razões para os homens perderem o interesse nas mulheres (e vice-versa)!

As relações podem deteriorar-se com o tempo e com a falta de cuidado. Conheça as 4 razões para os homens perderem o interesse nas mulheres.

4 Razões para os homens perderem o interesse nas mulheres (e vice-versa)!
Cuida da sua relação diariamente? Não? Mas devia!

A perda de interesse no parceiro, nomeadamente a perda de interesse sexual, não é um problema exclusivamente feminino, ao contrário daquilo que muitos estereótipos e preconceitos nos dizem. Também os homens vêm a atração que sentiam pela mulher amada diminuir e os motivos não são sempre tão superficiais quanto possamos pensar. Vamos conhecer quais os motivos que levam os homens perderem o interesse nas mulheres e, também, o contrário.

4 razões para os homens perderem o interesse nas mulheres


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As relações a dois nem sempre são um mar de rosas e, por vezes, estamos tão distraídos com a correria do dia-a-dia que nem damos conta da deterioração do relacionamento. São várias as situações que levam homens e mulheres a perderem o interesse na pessoa amada. Conheça algumas delas:

1. A parceira deixou de se cuidar

Haverá sempre pessoas mais atraentes e a atração física não é a única força motivadora de uma relação a dois, mas é comum que um dos parceiros sinta o seu desejo sexual e a atração diminuir quando a outra pessoa não se cuida e não zela pela sua aparência. Tal não significa que devemos viver obcecados com os padrões de imagem praticamente inalcançáveis impostos pela sociedade, mas cuidar da imagem e da higiene é fundamental.

2. A relação a dois tornou-se uma rotina

A relação é estável, os interesses em comum mantêm-se, as atividades a dois são escassas e repetitivas, o interesse sexual não é fomentado e ambos os elementos do casal estão acomodados.

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Esta é uma das situações que leva homens e mulheres a perderem o interesse pela pessoa amada. Quando a relação a dois até é funcional e prática, mas deixou de haver investimento na intimidade a dois. É importante priorizar a relação a dois e não colocar sempre a vida profissional e os filhos à frente da relação amorosa.

3. Padrão de relação marcado pela ira e pela crítica

As relações onde o medo, a crítica cruel e as reações de ira descontroladas são o dia-a-dia não são relações felizes. Naturalmente, até os casais mais apaixonados discutem ocasionalmente, mas as situações em que a desarmonia e o desrespeito são constantes são propícias a que algum dos elementos do casal veja o seu interesse diminuído.

4. Tomar a pessoa amada como garantida

Um dos motivos para homens e mulheres perderem o interesse diz respeito às situações em que o parceiro acredita que a relação nunca terá fim e, por isso, não alimenta a relação, pelo contrário, ignora o parceiro, não aprecia as suas qualidades e os seus feitos e excede os limites nas situações de crítica.

Em conclusão…


As relações amorosas, apesar de complexas, são uma parte muito importante da nossa vida. Não havendo relações perfeitas ou soluções ideais para a felicidade permanente, há sinais que denotam perda de interesse na pessoa amada e na relação a dois. Se o seu parceiro já não lhe pergunta como correu o seu dia, já não olha nos olhos, já não partilha consigo assuntos íntimos e pessoas, se já não se lembra do último programa a dois e a intimidade física parece cada vez mais distante, talvez tenha chegado a altura de dialogar sobre o rumo da relação.

Para que ambos os parceiros mantenham o interesse um no outro, importa cuidar da relação a dois, criar momentos de partilha e intimidade, mas é também imprescindível que cada elemento do casal cuide de si, se valorize física e intelectualmente e cuide da sua autoestima.

Por fim, seja paciente. Melhorar uma relação amorosa pode levar tempo. Como quase tudo na vida, requer prática e compromisso diário, mas é possível viver uma relação mais feliz, saudável e duradoura.

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Psicóloga Ana Graça Psicóloga Ana Graça

Mestre em Psicologia, pela Universidade do Minho, com a dissertação “A experiência de cuidar, estratégias de coping e autorrelato de saúde”. Especialização (Pós-Graduada) em Neuropsicologia Clínica, Intervenção Neuropsicológica e Neuropsicologia Geriátrica. Membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses, com especialidade em Psicologia Clínica e da Saúde e Neuropsicologia. Para além da Psicologia é apaixonada por viagens, leitura, boa música, caminhadas ao ar livre e tudo o que proporcione felicidade!