Aprenda a amar a sua própria vida!

“Se eu não gostar de mim, quem gostará?” é um lema de uma publicidade, mas que muito sentido faz, principalmente na atualidade. Aprender a amar a sua própria vida, com todas as coisas positivas e negativas que ela tem é meio caminho para ser feliz. Ter a consciência de que não controlamos tudo o que acontece e tudo fica mais fácil.

Aprenda a amar a sua própria vida!
Quando aceita o que tem e o que é, tudo fica mais fácil.

Saber amar a sua própria vida é um daqueles lemas que faz muito sentido na teoria e que todos compreendemos que devemos fazer. Porém, chega a prática e temos tendência para complicar e por nos deixar levar pelos problemas que existem, bem como pelo facto de há tanto na nossa vida que gostaríamos que fosse diferente. Desde o trabalho, às relações, ao que fazemos no tempo livre, ao dinheiro que conseguimos poupar…

Não faltam motivos de possíveis descontentamentos que nos levam a desconsiderar todas coisas boas, positivas e enriquecedoras que temos e nem sempre valorizamos. E o pior de tudo é quando alguém tenta minorizar o que nos sentimos numa franca tentativa de nos animar o espírito e fazer-nos sentir mais positivos.

Amar a sua própria vida: como conseguir?


amar a sua propria vida e aceitar a tristeza

Aprender a gostar do que somos e temos implica também respeitar os momentos em que estamos em baixo e necessitamos de nos isolar.

Pode parecer estranho, principalmente numa época em há tantos gurus de coaching que nos dizem que a primeira estratégia para ser feliz é realmente estar feliz e ter pensamentos felizes.

Mas isso pode ser difícil em dias em que se sente triste, ansiosa, zangada, frustrada. E ter alguém que forçosamente nos tenta fazer acreditar que a vida é incrível, pode ser complicado.

E temos ainda o outro lado da moeda: escutar alguém que é totalmente pessimista.

Qual dos lados está correto? Ambos. Há momentos para tudo.

O segredo para amar a sua própria vida está…


ser feliz em qualquer altura

No equilíbrio. Em aceitar que há momentos em que amamos a vida e aceitar que há momentos em que nada parece correr bem. No fundo, a vida pode comparar-se a um relacionamento: amamos determinada pessoa, mas há momentos em que não gostamos dela.

Como tal, devemos aceitar que há determinadas coisas que simplesmente acontecem, sem justificação, sem motivos, ao invés de gastar energia a questionar o porquê.

Em suma…


Naquelas fases em que nada parece correr bem, o ideal será mudar o chip mental para se focar na forma de reagir, em valorizar da forma que essa questão deve ser valorizada e que estratégias posso usar para contorná-la e até melhorá-la.

A vida não é perfeita, mas não é por isso que deve simplesmente baixar os braços e desistir. E isso implicar trabalhar nas duas relações mais importantes que terá: a relação consigo própria e a relação com a sua vida e com a inevitabilidade de determinados acontecimentos.

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