8 Alimentos que afetam o desejo sexual de forma negativa

Conheça 10 alimentos que afetam o desejo sexual e diminuem a libido, principalmente à medida que a idade avança.

8 Alimentos que afetam o desejo sexual de forma negativa
Tenha atenção a estes alimentos e ao seu desejo sexual.

A alimentação e o desejo sexual têm uma relação amplamente conhecida, principalmente devido aos alimentos e bebidas com propriedades afrodisíacas. No entanto, muito pouco se fala da situação contrária, ou seja, alimentos que afetam o desejo sexual de forma negativa. Mas eles existem!

De facto, o cérebro está no centro de toda a sensação de desejo sexual e, por isso, há diversas substâncias, nutrientes, hormonas e neurotransmissores, que influenciam positiva ou negativamente o desejo sexual.

Apesar de não existirem ainda pesquisas conclusivas a este respeito, sabe-se que alguns alimentos podem atuar no sistema nervoso central, aumentando / diminuindo a circulação sanguínea e a produção das hormonas sexuais responsáveis pela líbido e pela sensação de prazer, influenciando, inclusive, o tempo de ereção e lubrificação vaginal.

10 Alimentos que afetam o desejo sexual de forma negativa


Com efeito, os alimentos que afetam o desejo sexual podem fazê-lo de diversas formas: através da diminuição da líbido, da indisposição, da sonolência ou do cansaço que promovem.

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Vejamos então, quais são estes alimentos que afetam o desejo sexual.

1. Alimentos com elevado teor de gordura

alimentos que afetam o desejo sexual e alimentos ricos em gordura

Os alimentos fritos e ricos em gordura e sal não só provocam sonolência e inatividade, como diminuem a sua libido. Além disso, as gorduras hidrogenadas suprimem a libertação de testosterona, uma das principais hormonas associadas ao desejo sexual.

2. Álcool

copos de vinho

Apesar de ser um desinibidor, o álcool pode ser um grande inimigo do desejo sexual, principalmente nos homens, pois provoca desidratação e reduz o volume de sangue, dificultando a ereção.

O álcool pode também prejudicar a lubrificação feminina, o que pode provocar dores e dificultar a relação sexual.

3. Leguminosas (feijão, grão, soja)

variedade de leguminosas

Quando consumidas de forma excessiva, as leguminosas podem diminuir os níveis de testosterona no sangue e, consequentemente, o desejo sexual. No caso dos homens, a soja, em particular, pode ainda diminuir a produção de espermatozóides.

Além disso, o consumo de leguminosas pode provocar flatulência e mau estar intestinal que podem dificultar a relação sexual.

4. Lacticínios

tipos de lacticinios

Para muitos, os produtos lácteos congestionam a nível gastro-intestinal, promovendo mau estar. A sensação de inchaço e de gases pode dificultar a relação e diminuir a libido.

5. Alimentos ricos em açúcares simples (bolachas, bolos e produtos de pastelaria)

doces de pastelaria

Pelo facto de serem ricos em açúcares simples e hidratos de carbono refinados, alimentos como bolachas e produtos de pastelaria parecem aumentar os níveis de estrogénios nos homens e afetar negativamente o desejo sexual.

Além disso, nunca é demais relembrar que estes alimentos contribuem para o excesso de peso e aumento da massa gorda, que podem, por si só, diminui a líbido e a autoestima.

6. Menta e hortelã

menta e hortela

A menta e a hortelã possuem na sua composição alguns compostos que inibem a libertação de testosterona.

7. Brócolos

brocolos frescos

Apesar de serem um bom alimento para melhorar a saúde em geral, os brócolos podem promover uma diminuição da concentração de estrogénio no organismo e diminuir a líbido.

8. Água tónica

agua tonica

Na maior parte dos casos, este produto contém quinino, que é usado como um agente aromatizante. Este composto parece estar relacionado com uma diminuição da função sexual.

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Nutricionista Rita Lima Nutricionista Rita Lima

Rita Lima é nutricionista e trabalha, atualmente, nos ginásios Urban Fit de Ermesinde, Antas Prime Fitness e CulturaFit Club no Porto. Durante 2 anos colaborou no projeto Dragon Force do Futebol Clube do Porto e com o Boavista Futebol Clube. É licenciada em Ciências da Nutrição pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto e frequentou o Curso de Nutrição no Desporto na mesma faculdade.