1º ano a viver juntos: conheça os 6 desafios mais comuns

O 1º ano a viver juntos pode ser muito exigente e é nesta altura que muitos casais se separam. Conheça os principais desafios desta fase das relações.

1º ano a viver juntos: conheça os 6 desafios mais comuns
Viver uma vida a dois nem sempre é fácil.

Começaram a viver juntos há pouco tempo? Casaram agora mesmo? O 1º ano a viver juntos está repleto de novos desafios. Vamos falar sobre eles!

1º ano a viver juntos: 6 desafios mais comuns


1 ano a viver juntos

Quando olhamos para as estatísticas acerca das taxas de divórcio vemos que as taxas mais altas situam-se por volta dos 7 anos de relacionamento mas, a 2ª maior taxa de separações acontece durante o 1º ano de partilha de casa ou de casamento. Porquê? Porque esta fase de transição está repleta de grandes desafios.

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Aqui estão alguns dos desafios mais comuns do 1º ano a viver juntos:

1. A partilha de um espaço comum

A logística de partilhar um espaço e objetos comuns é uma etapa crucial do 1º ano de convivência diária. De quem é o espaço? De quem são os móveis? Posso colocar a minha enorme cómoda de infância no quarto? Quem fica com mais espaço no armário? A outra pessoa precisa realmente de tanta roupa?

2. Aprender a viver com as rotinas do outro

Aprender a conhecer e a respeitar os hábitos da pessoa amada pode ser um desafio. O madrugador e o noctívago, ou aquele que adora um fim-de-semana de preguiça e a pessoa que só quer fazer atividades fora de casa, podem precisa de algum tempo para acertar as suas rotinas.

3. Choque de hábitos

É comum haver um choque dos hábitos do casal no início da convivência diária. O confronto entre aquele que é arrumado e aquele que deixa toda a loiça suja no balcão é inevitável, ou entre aquele que aprecia o silêncio dentro de casa e a pessoa que adora ter a música alta e viver sempre em clima de festa.

4. Tempo em casal vs. tempo para cada um

Conciliar as atividades de casal com os hábitos e atividades individuais que cada elemento do casal quer manter, pode parecer uma tarefa simples, mas geralmente não é. Por mais que, na fase de namoro, tenham conversado acerca dos hábitos de cada um, a realidade é sempre diferente daquilo que foi imaginado e planeado.

5. Expectativa vs. realidade

Cada elemento do casal criou expectativas e uma visão de como seria a vida a dois durante a fase de namoro. Geralmente, quando o casal começa a partilhar casa, a realidade mostra-se diferente das expectativas criadas. A outra pessoa pode ser muito mais energética e exigente do que aquilo que pensava, ou pode ter hábitos que não conhecia e que o tiram do sério.

6. Mais fontes de conflito

Quando os casais não vivem juntos, a distância é facilmente utilizada para evitar os conflitos. Sim, a outra pessoa pode ter feito algo incómodo, mas não ter que conviver diariamente com esse hábito que incomoda tanto ajuda a evitar conflitos. Quando a convivência passa a ser diária as fontes de tensão tendem a aumentar.

Como superar com sucesso os desafios do 1º ano a viver juntos?


casal reconciliado

O 1º ano a viver juntos acarreta muitos desafios, mas tal não implica que não possam ser ultrapassados com sucesso. Em vez de cair na tentação de discutir constantemente ou, pelo contrário, ceder a todos os caprichos do parceiro, os casais devem conversar como adultos, aceitar que esta nova fase está repleta de desafios, e enfrentá-los em conjunto.

Sejam diretos e negociem. Não deixem pistas subtis à espera que a outra pessoa adivinhe aquilo que desejam para a relação a dois. Não desistam à primeira contrariedade, afinal, todos temos defeitos e características pessoais que precisam ser melhoradas. Aprender a lidar com os conflitos e ultrapassar as fases mais difíceis com maturidade e apoio é um dos fatores que irá determinar a longevidade e a saúde da relação a dois.

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Psicóloga Ana Graça Psicóloga Ana Graça

Mestre em Psicologia, pela Universidade do Minho, com a dissertação “A experiência de cuidar, estratégias de coping e autorrelato de saúde”. Especialização (Pós-Graduada) em Neuropsicologia Clínica, Intervenção Neuropsicológica e Neuropsicologia Geriátrica. Membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses, com especialidade em Psicologia Clínica e da Saúde e Neuropsicologia. Para além da Psicologia é apaixonada por viagens, leitura, boa música, caminhadas ao ar livre e tudo o que proporcione felicidade!