Tratamento da candidíase feminina

Incómoda mas curável. O tratamento da candidíase feminina apresenta elevada percentagem de sucesso, mas é necessário cumpri-lo à risca!

Tratamento da candidíase feminina
Tudo o que precisa de saber

O tratamento da candidíase feminina é bastante fácil e acessível. Mas sabe o que a provoca?

A candidíase vaginal é uma infeção causada por um fungo chamado “candida albicans”. Este fungo está normalmente presente no nosso organismo, onde vive tranquilamente sem provocar quaisquer danos. Todavia, se o pH natural da vagina sofrer qualquer alteração, o que acontece com relativa facilidade, este fundo pode multiplicar-se.

Nessas condições, poderá desenvolver-se uma candidíase vaginal, que pode afetar tanto a vulva, como a vagina.

A candidíase vaginal é um problema desagradável e incómodo, que mesmo não sendo grave, deve ser sempre tratado e é mais comum o que imagina: 3 em cada 4 mulheres contraem candidíase vaginal numa determinada altura da sua vida e qualquer mulher pode ser infetada.

Os sintomas são claros: 

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  • Comichão;
  • Corrimento mais espesso, de cor branca amarelada e grumoso;
  • Ardor;
  • Vermelhidão.

► Saiba mais aqui sobre os sintomas na candidíase.

Tratamento da candidíase feminina


O tratamento deve ser iniciado, o mais cedo possível, pois uma infecção fúngica vaginal desenvolve-se de forma relativamente rápida.

Além disso, independentemente do tratamento que escolha, é importante lembrar que os sintomas vão começar a melhorar apenas cerca de 3 dias após o início do tratamento da candidíase feminina.

Existem vários tipos de tratamento: óvulos vaginais, cremes antifúngicos e comprimidos. Descubra mais sobre cada um deste tipos de tratamento da candidíase na mulher.

1. Óvulos Vaginais

ovulos vaginais
Os óvulos vaginais utilizados no tratamento da candidíase vaginal têm geralmente como base o econazol e possuem, normalmente, menos efeitos secundários que os medicamentos antifúngicos por via oral.

Todavia podem ser difíceis de inserir e podem provocar uma ligeira irritação local.

2. Cremes Antifúngicos

cremes antifungicos
Os cremes antifúngicos de uso tópico podem ser usados para substituir os óvulos vaginais. O antifúngico mais frequentemente utilizado é o miconazol.

Existem cremes que podem ser usados juntamente com os óvulos vaginais, quando a irritação e vermelhidão estão localizadas em torno da vulva ou da vagina.

No caso da presença de prurido grave na vulva, é importante aplicar um creme na zona externa da vagina durante alguns dias.

Os tratamentos tópicos da candidíase vaginal são geralmente bem tolerados. Porém, as mulheres grávidas devem ter precauções especiais e serem avaliadas pelo médico antes de serem submetidas ao tratamento.

3. Tratamentos orais

tratamento orais
Para o tratamento da candidíase vaginal existem vários medicamentos disponíveis no mercado cujo princípio ativo é o fluconazol. Os efeitos secundários associados são raros, porém recomenda-se que consulte sempre o folheto informativo do medicamento antes da sua toma.

Contudo, este tipo de tratamento da candidíase na mulher não é recomendável a mulheres grávidas ou a amamentar.

Se existir comichão na parte externa da vagina, recomenda-se ainda a aplicação de um creme antifúngico na área afetada.

Prevenção da candidíase na mulher


Fique a par de alguns conselhos para prevenir e evitar reincidências de irritações e/ou infeções fúngicas vaginais:

  • Escolha roupa que não seja justa ou apertada e que permita que a pele respire;
  • Opte por roupa interior de algodão para que absorva a transpiração e possa ser lavada a temperaturas superiores a 60ºC;
  • Depois de nadar no mar ou numa piscina, tome um duche e seque-se cuidadosamente e evite ficar com o fato de banho molhado durante muito tempo;
  • Depois de urinar, limpe-se cuidadosamente sempre de frente para trás;
  • Lave-se uma a duas vezes por dia, com movimentos da parte da frente para a parte de trás e nunca na direção contrária;
  • Quando se lavar, é importante enxaguar-se abundantemente com água e secar-se suavemente com uma toalha limpa;
  • Utilize produtos de higiene que não sejam agressivos e que sejam formulados especialmente para a zona íntima;
  • Não partilhe as suas toalhas e troque-as regularmente.

A prevenção é mesmo o melhor remédio, mas no caso de doença, e apesar da variedade e facilidade de acesso aos medicamentos, procure sempre conselho médico.

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