Medicina ortomolecular: a terapia alternativa de reabilitação celular

A medicina ortomolecular é uma terapia alternativa que se baseia no uso de quantidades de biomoléculas acima dos limites da medicina. Saiba mais aqui.

Medicina ortomolecular: a terapia alternativa de reabilitação celular
Cura e prevenção pela reabilitação celular.

A medicina ortomolecular, também denominada terapia ortomolecular ou mesmo nutrição ortomolecular, teve o seu início nos anos 1950 e baseia-se na reabilitação celular.

O que é a medicina ortomolecular?


A medicina ortomolecular é uma terapia alternativa que se baseia na reabilitação celular, recomendando a utilização de quantidades de biomoléculas acima dos valores aconselhados pela medicina tradicional, de forma a restabelecer o equilíbrio químico do organismo.

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O termo ortomolecular significa ‘’as moléculas exatas na quantidade certa’’, por forma a eliminar qualquer problema que surja no corpo. Para corrigir os problemas que possam surgir, é necessário oferecer ao corpo exatamente aquilo de que o ele é feito.

Nesse sentido, a medicina ortomolecular fornece ao organismo as quantidades de biomoléculas necessárias para que este consiga atingir níveis ótimos. Para além disso, é importante salientar que a terapia ortomolecular é uma terapia individualizada, onde não se generaliza e trata todos os pacientes da mesma forma.

Bem pelo contrário, na medicina ortomolecular, cada indivíduo é tratado como o ser único que é e quando tratado, é tratado como um todo, não tratando as doenças individualmente.

Por que razões deve recorrer à medicina ortomolecular?


vitaminas e medicina ortomolecular

Ao oferecer ao organismo as quantidades necessárias se substâncias normalmente presentes no corpo humano, de forma a promover o seu bom funcionamento, a medicina ortomolecular está a promover a saúde.

Assim, a medicina ortomolecular oferece ao corpo substâncias que são indispensáveis à saúde, como é o caso de:

  • Vitaminas;
  • Aminoácidos;
  • Ácidos gordos essenciais;
  • Prébióticos e probióticos ;
  • Enzimas.

Há várias razões que podem levar alguém a recorrer ao tratamento através desta abordagem terapêutica:

1. Alimentação deficiente em alguns nutrientes

O que pode resultar em quadros clínicos graves devido à falta do nutriente;

2. Alimentação com uma deficiência múltipla

Ou seja deficiência em vários nutrientes, que pode resultar em quadros clínicos graves com consequente disfunção de um ou vários órgãos;

3. Quadro genético

As características genéticas de uma pessoa podem levá-la a necessitar de uma maior ingestão de de um determinado nutriente ou mesmo vários nutrientes;

A medicina ortomolecular permite através de uma dieta específica, manter a saúde e tratar eventuais doenças pelo uso correto dos nutrientes.

Benefícios da medicina ortomolecular


A medicina ortomolecular, à semelhança de outras terapias alternativas não deve ser utilizada apenas como tratamento, mas também como prevenção.

O primeiro grande benefício da medicina ortomolecular é não causar danos.

Para além disso, a nutrição ortomolecular prima pela retificação da nutrição antes de qualquer outra coisa, e só posteriormente recorre à administração de suplementos por forma a tratar as doenças.

Este facto faz com que seja mais vantajosa em comparação com outras terapias como é o caso da medicina tradicional com a medicação à base de químicos.

Possíveis malefícios

depressão e medicina ortomolecular

No caso da medicina ortomolecular, e, apesar da possibilidade de produzir danos caso os suplementos sejam tomados em doses demasiado elevadas, estes suplementos apresentam sempre um risco inferior de toxicidade comparativamente aos medicamentos tradicionais.

A medicina ortomolecular é benéfica para todas as pessoas que já sentem algum desgaste orgânico.

Entre os sintomas que possam surgir, estão:

  • Perda de memória e mais cansaço do que habitual;
  • Dificuldades a nível sexual;
  • Falta de motivação, depressão e ansiedade;
  • Angústia, medo e tristeza:
  • Dificuldade para dormir e sono agitado;
  • Infeções frequentes;
  • Sinais de stress;
  • Distúrbios digestivos e obesidade;
  • Pressão arterial elevada e baixa;
  • Candidíase;
  • Asma e outros problemas respiratórios;
  • Eczema e outros problemas da pele, unhas e cabelo;
  • Alergias;
  • Enxaquecas e tonturas;
  • Problemas digestivos;
  • Problemas imunológicos.

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