Crónica #34: uma gravidez santa

Sou uma privilegiada mas acredito que também fui eu que fiz a minha sorte e a minha gravidez tranquila. 

Crónica #34: uma gravidez santa
A minha gravidez sem pós de perlimpim

Sou uma das privilegiadas que teve uma gravidez santa. Sim, é possível que tenha sido abençoada pelos céus mas acredito que também fiz a minha sorte. Apesar de um ou outro disparate que me disseram e de um par de ataques de pânico, estes quase nove meses foram tranquilos, relaxados, calminhos (sim, eu sei que são sinónimos) e sem aflições de maior. 

Saber é poder e poder é sinal de grávida relaxada. Parei a pílula e li “O grande livro da grávida”, a este seguiu-se “Os bebés também querem dormir”, “O livro de magia das mães” e espero ainda ler o “Bésame Mucho”. Estes livros e a as aulas de preparação deram-me o conhecimento, a segurança e a confiança para me preparar para o que estava e está para chegar (poupem-me os "isso depois não te vai servir para nada!). Sendo verdade que não me deixaram totalmente imune à estupidez alheia, fiquei mais impermeável às “verdades” que me quiserem fazer engolir. 

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Não fui obcecada com a desinfecção ou a cozedura dos alimentos mas evitei porcarias - até ao final do segundo trimestre, pelo menos. Não passei muitas horas sem comer, aumentei as doses de fruta e água diárias mas, confesso, esqueci a sopa. Fizemos caminhadas de uma hora, mantive a aula de pilates semanal, fiz Reiki e deixei que a osteopatia me livra-se das dores. Não fiz absolutamente nenhum esforço desnecessário. Controlei a ansiedade que, no meu caso, passa por não dar muito espaço a conversas, perguntas e opiniões (sou uma tinhosa, que fazer?).

Não sou uma atleta nem estava propriamente em forma (tenho mais 10 kg do que há quatro anos a que se somaram mais 12 kg da gravidez) mas desde as 20 semanas que o Pedrinho está encaixado, mexe-se bem ao longo do dia mas em slow motion, sem causar grandes dores à mamã, cresce a bom ritmo e eu gosto de acreditar que se deve a tudo isto

Há ainda pessoas que fizeram a diferença. A Iolanda, a Helena, a Marta e a Mariana que me reduziram a carga e o stress sem cobranças. A enfermeira Isabel que mudou a minha vida. As minhas primas e o meu primo que estiveram sempre aqui para me ouvir e para fazer por mim aquilo que eu já não podia ou tinha pachorra para fazer. A minha mãe, o meu pai, a minha avó e a minha tia por, entre outras coisas, se iluminarem quando me veem chegar. E ele que desde aquele dia, em 2009, quando percebemos que o certo era ficarmos juntos, é metade de mim e sorri com o corpo todo sempre que me vê. 

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