Como se ver livre de uma enxaqueca

Como se ver livre de uma enxaqueca

Uma crise de enxaqueca pode durar desde algumas horas até vários dias.

A enxaqueca está no top das dores que mais nos afetam. Apesar de não ter cura, esta dor incapacitante pode ser minimizada com a alteração de alguns hábitos na sua rotina.

enxaqueca é um dos tipos de cefaleia mais comuns que, segundo dados da Sociedade Portuguesa de Cefaleias, afeta oito a 15 por cento da população dos países ocidentais. É forte, incapacitante e agrava-se com os esforços físicos ou mentais.

Começa com um ligeiro pulsar, quase sem se dar conta. No entanto, à medida que as horas passam, a dor aumenta. Faz-se sentir num dos lados da cabeça, geralmente acompanhada de náuseas, vómitos, intolerância à luz e a alguns cheiros, e tem uma fase premonitória que anuncia a sua chegada.

A frequência do seu aparecimento varia de pessoa para pessoa. Em alguns casos aparece anualmente, mas também pode ser mais regular, aparecendo mensalmente, uma vez por semana ou, em casos mais graves, diariamente. Uma crise de enxaqueca pode durar desde algumas horas até vários dias.


Como reconhecê-la


 
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Os sintomas da enxaqueca ultrapassam a simples dor.
Para além deste sintoma podem surgir:
  • Irritação;
  • Cansaço;
  • Alterações visuais, como manchas no campo de visão ou parcial perda de visão;
  • Sonolência;
  • Insensibilidade à luz;
  • Aversão aos cheiros e ao barulho;
  • Náuseas e vómitos;
  • Tensão em vários músculos do corpo;
  • Irregularidades gastrointestinais;
  • Diminuição da concentração.


Porque aparece?


As razões pelas quais algumas pessoas são mais suscetíveis a este tipo de dor de cabeça continuam, em grande parte, por desvendar. Contudo, hoje sabe-se que existem alguns fatores que podem contribuir para desencadear as crises ou agravá-las.

O cansaço, o stress, problemas emocionais, alterações do sono e a tensão pré-menstrual são alguns dos propulsores de uma crise de enxaqueca. A esta lista acrescem ainda consumo de cafeína, de nicotina e de certos alimentos. O chocolate, os laticínios, os citrinos e alimentos muito condimentados são alguns dos que contribuem para o aparecimento deste problema.


Tratamento: o que fazer?


Não existe qualquer cura conhecida para a enxaqueca. No entanto, é possível controlar as crises através do tratamento adequado. Para aliviar estas dores, os médicos costumam receitar, nas crises ligeiras, analgésicos simples ou anti-inflamatórios.

Contudo, nas crises mais severas é necessário recorrer a medicamentos específicos anti enxaqueca. Cabe ao seu médico indicar-lhe a melhor solução.

Nos casos em que as crises de enxaqueca são frequentes e muito incapacitantes, é recomendada a realização de um tratamento profilático, que passa pela toma de medicamentos que ajudam a prevenir as crises.

Além de contribuir para a redução da frequência, duração e intensidade das dores, este tratamento potencia a ação dos medicamentos para alívio dos sintomas.


Atue contra a enxaqueca


Apesar de não ter cura, cabe a si evitar, sempre que possível, os fatores desencadeantes das enxaquecas e implementar determinadas mudanças no seu estilo de vida. Eis algumas recomendações:
 
  • Faça exercício físico. Além dos benefícios diretos de uma vida ativa, o exercício ajuda a relaxar, o que ajudará a prevenir ou controlar o aparecimento de dores de cabeça.
  • Mantenha hábitos de sono regulares e com qualidade. Procure dormir entre sete a oito horas por dia.
  • Alimente-se bem, a tempo e horas! Faça uma alimentação saudável, ingerindo alimentos ricos em vitamina B2 (como produtos lácteos, carne e cereais integrais), em Ómega 3 (atum e salmão) e em vitamina C (citrinos, quivi e tomate). Coma regularmente e evite saltar refeições ou sair de casa de manhã em jejum.
  • Relaxe. Muitas dores de cabeça resultam de uma vida agitada. Para evitá-las, fuja do stress a sete pés e encontre formas de relaxar. O yoga e a meditação podem ser boas alternativas.


Sabia que…


As mulheres são mais afetadas pelas enxaquecas do que os homens? A explicação para esta preferência reside no facto das hormonas femininas - nomeadamente os estrogénios - serem um dos principais fatores desencadeantes da enxaqueca. Daí que seja habitual esta surgir durante o período da menstruação.
 
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