Como conseguir o IMC ideal

Como conseguir o IMC ideal

Alimentação e exercício são a chave.

Ter um IMC ideal é sinónimo de mais saúde e meio caminho para uma vida mais longa e feliz. Saiba como alcançar o seu.

Para saber qual é o seu IMC ideal vai precisar de fazer algumas contas simples.

Antes disso, importa esclarecer que o IMC diz respeito ao Índice de Massa Corporal, considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o preditor internacional de obesidade, ou seja, é a fórmula que a permite antecipar. 

Para saber o seu IMC, é necessário fazer um cálculo que relaciona a altura e o peso de um indíviduo e cujos resultados devem estar dentro de valores específicos que determinam se a pessoa tem baixo peso, excesso de peso, obsedidade ou se está no seu IMC ideal.
 

Como calcular o IMC ideal? 


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O IMC é calculado dividindo o peso, em quilos, pela altura ao quadrado, em metros. Sabemos se está no IMC ideal se o valor estiver entre os 18,5 e os 24,9, no caso de adultos, entre 24 e 26,9, quando se tratam de idosos e, entre 18,5 a 24,9 no caso de crianças e jovens.

A título de exemplo, um adulto que meça 1,50m e pese 63kg, deve fazer o cálculo da seguinte forma: 

= 63 ÷ (1,50 x 1,50) 
= 63 ÷ 2,25
= 28

Com este valor, está longe do seu IMC ideal e será classificado como pré-obesidade. Neste caso, o peso limite inferior seria de 42 Kg e o superior seria de 56 kg.

► Calcule o seu IMC aqui.
 

A importância de ter um IMC ideal


O IMC é um guia para determinar se um indivídio tem um peso saudável para a sua altura, porém, não se aplica a desportistas com elevada massa muscular nem a mulheres grávidas ou a amamentar. O IMC ideal está classificado entre dois valores que pode consultar aqui, nas tabelas definidas pela Organização Mundial de Saúde.

De acordo com a revista TIME, alguns estudos internacionais concluíram que mesmo que um indíviduo tenha apenas um pouco de excesso de peso, isso aumenta o seu risco de morrer por doença cardícaca, AVC ou cancro. Por outro lado, a mesma revista fala de outros estudos que indicam que alguns quilinhos a mais podem proteger a saúde.

Posto isto, qual é a verdade? As conclusões indicam que indivíduos saudáveis, não fumadores, com um IMC entre 20,0 e 24,9, correm menos risco de morrer precocemente.

Isto leva-nos a concluir o seguinte: o IMC ideal deve estar entre os valores referidos, porém, é também importante que não tenha qualquer patologia relacionada e que se sinta bem com o seu corpo.

 

Quais são as consequências de um IMC fora dos valores ideais?


Seja porque apresenta valores inferiores ou superiores aos ideais, há inúmeras patologias que podem surgir associadas a esse excesso ou baixo peso, nomeadamente:
 

Consequências de um IMC baixo

O baixo peso está associado a possíveis deficiências nutricionais de duas formas. Em primeiro lugar, é possível que aqueles que estão abaixo do IMC ideal não estejam a consumir a quantidade suficiente de nutrientes suficientes.

Em segundo lugar, o baixo peso pode diminuir a capacidade do corpo para absorver os nutrientes essenciais, tais como aminoácidos, vitaminas, e minerais. A absorção inadequada de vitamina D e de cálcio podem aumentar o risco de desenvolver de osteoporose, enquanto que a deficiência de ferro pode levar a anemia 

Se o organismo não recebe os nutrientes suficientes isto pode levar à perda de cabelo e à perda de massa muscular. Além disso, pessoas com abaixo do IMC ideal podem ter o sistema imunológico debilitado, logo, correm mais risco de ficar doentes ou desenvolver infeções, assim como estão mais propensas a problemas respiratórios ou de fertilidade.
 


Consequências de um IMC alto

Se o seu peso for acima do IMC ideal, tem maior risco de obesidade e doenças relacionadas. Com um IMC elevado, é provável que o colesterol no sangue seja mais elevado, o que endurece as artérias e resulta num aumento da pressão arterial e aterosclerose. Esta pressão adicional sobre o coração, a médio prazo, aumenta o risco de ataque cardíaco e doenças cardíacas.

Para além disso, pessoas com excesso de peso ou obesidade correm mais risco de desenvolver cálculos biliares, diabetes tipo 2, valores anormais de triglicerídeos, apenia do sono, osteoartrite, vários tipos de cancro e problemas respiratórios.

 

A importância da alimentação e do exercício físico


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Não é demais lembrar que o cuidado com a alimentação e o exercício físico regulares são essenciais para manter um IMC ideal.

Dietas drásticas não são amigas de um índice de massa corporal saudável, por isso, estude a Roda dos Alimentos e siga as suas indicações, respeitando as proporções de cada grupo alimentar. 

Como facilmente vai perceber, nem os hidratos de carbono, nem o leite, nem a carne foram retirados da Roda dos Alimentos. O truque está em fazer uma alimentação variada e equilibrada incluindo, diariamente, todos os alimentos representados na Roda.

Para complementar, o exercício físico diário é tão essencial como respirar, comece com uma caminhada, em passo acelerado, durante 30 a 60 minutos.
 
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